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Personas em Gestão de Conteúdo – Pós em Gestão de Marketing Digital – Aula 2

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Ontem foi dia de dar mais um passo na jornada iniciada semana passada com a turma de Pós-Graduação em Gestão de Marketing Digital no IGEC (Instituto de Gestão e Comunicação da Facha – Faculdades Helio Alonso, no Rio de Janeiro).

Caso você tenha pintado por aqui agora, fique à vontade para conhecer o episódio que deu origem à série no post anterior. Aproveite para acompanhar os comentários que estão rolando por lá. Conforme explicamos na proposta de metodologia, cada encontro gera um post pós-aula que tem dupla função. É repositório para os PPTs e FORUM de discussões, para continuarmos debatendo os temas que costumamos soltar ao final, com o sugestivo nome de “PROVOCAÇÕES”.

Segunda aula: personas e a gestão de conteúdo.

Seguindo na apresentação dos conceitos ao redor do trabalho de gestão de conteúdo como ativo estratégico para marcas e empresas, o tema foi a definição, formas de ação e resultados do trabalho com personas. O conceito de persona é muito utilizado em Usabilidade, Desenho de Interfaces e Análise de Experiência do Usuário e tem como uma de suas definições possíveis: “Ferramenta de usabilidade que utiliza pessoas fictícias para representar usuários de um site ou produto.”

Claro que não ficamos só no que os manuais ensinam. Muito pelo contrário, buscamos confrontar esta definição com a sua manifestação prática e que desafios encontra ao entrar como item importante na criação de projetos de Gestão de Conteúdo. Como as personas nos ajudam a produzir e gerenciar conteúdo para o público? E dentro de projetos de Comunicação interna? E para marcas?

Ao final, a provocação ficou por conta do conceito de “Famosão”. Dentre as questões que pipocaram, destaque para:

  • Projetos sociais x Trolls: Quando a causa é nobre o Troll guarda seu tacape? Após apresentarmos o vídeo sobre a Orquestra Jovem da Venezuela, trabalho social que garantiu ao seu criador, o maestro José Antonio Abreu, o Prêmio TED em 2009; debatemos sobre como evitar que seu projeto de conteúdo seja alvo de trolls e, afinal o que é ser famosão na web e de como a busca da relevância se encaixa neste cenário.
  • Famosão: Felipe Neto é tiro de canhão ou trabalho de nicho? Aproveitando o tema, questionamos junto a turma a validade de “projetos de conteúdo” como o do Vlogger Felipe Neto, uma pequena bomba ambulante que de tudo e todos reclama. E ao ler este twitte levantamos pontos bem interessantes sobre a validade de 550 mil seguidores genéricos frente à 45 mil qualificados.
  • Medindo digital com métrica analógica: E, em meio a tiro de canhão e acerto no alvo, surgiu o tópico que consideramos o mais valioso em toda a conversa. Vale a pena medir, ou maquiar, os dados sob a ótica analógica (i.e. TV, Ibope etc) sem apresentar variáveis próprias do ambiente de mídia sociais como o engajamento?

Referências:

Para que o papo contine direto e reto rumo a um entendimento maior do tema, que tal algumas leituras?

(Atualizado) Todas as aulas:

PPT da aula:

A apresentação abaixo guiou nossa troca de ideias. Quem esteve por lá, comente!

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