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Blog & Labs

Alguns números da web mundial

03 de maro de 2010 | Por Mauro Amaral Comente
  • Estratégia
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JESS3 / The State of The Internet from JESS3 on Vimeo.

Muito bem construído e com leitura fluida o vídeo em si, seu formato e narrativa são tão valiosos quanto os dados que apresenta.

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Friends of Friends of Friends. O poder das redes sociais pelo cientista político James Fowler

11 de fevereiro de 2010 | Por Mauro Amaral Comente
  • Vídeos

James Fowler: Power of Networks from PopTech on Vimeo.

James Fowler acerta em cheio ao falar de Redes Sociais fora da web e de como elas moldam nossas vidas.

Categorias: Vídeos 

Google lança Buzz e nos ajuda a entender dilemas de mercado digital brasileiro

11 de fevereiro de 2010 | Por Mauro Amaral Comente
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Depois de alguns atropelos com o Wave, o Google lançou ontem o Buzz, um serviço de compartilhamento de informação que parece querer reiventar o Gmail e, de quebra, dar uma sacudida no Twitter.

O Google Buzz é em si uma boa ideia. Integrado ao Gmail ou rodando em seu celular, o brinquedinho promete oferecer a você, seus seguidores e seguidos um meio prático de trocar idéias em tempo real, assim como fotos e dicas georeferenciadas (Foursquare?). Confira comigo no replay:



Ecos na coisosfera

Durante o dia de ontem, à medida que mais e mais contas recebiam o aviso que a ferramenta estava habilitada, a “coisosfera” começou a se manifestar por lá. Explico para você, querido cliente, o que vem a ser este movimento.

Há pelos menos dez anos um grupo de 150 (400, 500, 1000?) usuários são os mais representativos avatares do que, nas aulas da Marketing, se poderia chamar de “early adopters”. Eles já foram Orkuteiros, Facebookeiros, Plurkeiros, Twitteiros e, claro, estavam lá movimentando os primeiros posts no Buzz. Como eu sei? Bom, eu mesmo sou um deles.

O ciclo de participação desta turma, chamada no mundão de “formadores de opinião”, ou como preferir nosso modus operandi, segue inalterado desde os primeiros protótipos do Orkut: nós chegamos, nos adicionamos mutuamente, reclamamos, achamos tudo muito aquém do esperado e sumimos, três meses depois.

Passado este tempo, alguns de nós, jornalistas, começam a citar em reuniões de pauta que uma “nova mania surgiu no mundo digital”. Dali o assunto vai parar nos cadernos de informática e revistas especializadas e esses, fontes secundárias que são, pautam “uma grande revista semanal”, para só então aparecer por cinco minutos numa versão simplificada no horário nobre. É Fantástico!

Penso que poderia ser bem diferente.

Um dos meus posts no dia fazia um questionamento sobre este comportamento.

Como ferramenta de pensamento coletivo o Buzz tem potencial inegável, desde que, de fato, o utilizemos para somar conhecimentos e experiências. Mas parece que ninguém mais tem paciência (tempo, foco) para produzir conteúdo. Todos querem consumir, ou replicar nossa experiência de leitura. Nada mal, se não fôssemos nós aqueles que estamos liderando um mercado, concordam?

Cris Dias chegou a postar em seu blog algumas dúvidas quanto a integração do serviço a sua conta do twitter, produzindo questionamentos e movimentando aqui e ali boa parte de seu público. Arrisco a dizer que até mesmo criou um código de conduta tácito, levando muitos amigos a não associar suas contas de twitter ao Buzz. Esta questão sobre integração de redes sociais vale um post a parte!

Fábio Seixas, um dos empreendedores mais criativos desta geração, perguntou se o Buzz como plataforma de marketing, o que já demonstra planejamentos ocorrendo em cabeças por aí. Claro, que minha opinião assim, tão repentina é um reflexo de quem estou seguindo no momento. Arrisco a afirmar que 80% foi de #mimimi. Mas pode ser diferente.

Se você, como eu, chegou ontem com todo gás, vamos fazer valer o conceito por trás da coisa toda e realmente criar um ambiente de pensamento coletivo. E entender por coletivo algo com o que todo mundo contribui um pouco, retirando no todo mais do que poderia sozinho.

Se você, cliente, nos pedir para, em vez de um “viralzinho”, ou “perfilzinho no facebook”, fazer um “buzzezinho”, vamos entender juntos que o que vale afinal, como conversei com o Nick Ellis pelo twitter, é a capacidade de produzir bons artigos, bons vídeos, bons programas de rádio, enfim boa comunicação.

A Internet foi criada como fonte de contingência de dados militares e acadêmicos, a web como desdobramento comercial deste conceito. O que vale são as pessoas e as ideias que juntos produzem.

O resto é distribuição.

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Seja bem-vindo ao mundo da realidade (Hiper)aumentada

09 de fevereiro de 2010 | Por Mauro Amaral Comente
  • Tendências
  • Vídeos

Este vídeo foi criado como parte do projeto final de um estudante de arquitetura para exemplificar um possível futuro, alocado na metade final do século XXI, onde marcas e serviços disputam nossos sentidos. Achei curioso, claro, mas igualmente tenso. Vai aí o desconto pelo fato de estar olhando sob os paradigmas de 2010.

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O bicho do nicho

03 de fevereiro de 2010 | Por Mauro Amaral 1 Comentario
  • Estratégia

orniNão é que esteja em extinção, uma vez que se reproduz mesmo em cativeiro, mas o bicho do nicho gosta de ser em pouco número. Tal qual um Urso Panda, regula sua população pela excêntrica mania de raramente achar um semelhante para se reproduzir.

E assim segue o bicho do nicho. Ele não come o que todo mundo come, não lê o que todo mundo lê, não se veste da mesma maneira que todo mundo coloca suas roupas todos os dias para trabalhar.

Até porque ele não trabalha, aliás, inventa sua própria profissão. E esta, por sua vez, é um serviço prestado advinha a quem? A outros bichos do nicho que perpetuam este ciclo de auto-exclusão e reclamam, ao final do dia: “como é difícil vender este meu serviço, parece que não tem público!”

O bicho do nicho é míope, este pequeno morcego. Só que sem sonar algum, pois ele só ouve a música que mais ninguém ouve. E não ouve mais nada. Nem quando se diz a ele: será que você não percebeu que tem uma grande parcela igual ao resto de todos nós?

Mas sejamos justos. Não foi sempre assim. Houve uma época em que todos eram felizes com suas diferenças e também com as suas semelhanças. Mas um dia, logo após uma final de super bowl, surgiu o pior nicho de todos.

O nicho dos que criam nichos

Esta espécie de bicho do nicho é como a formiga. Mas canta que nem a cigarra. Hipnotiza. Mesmeriza.

Todos acreditam, bichinhos que são (somos), no canto ritmado deste estranho bicho do nicho: “A grande tendências que identificamos é que os early adopters criarão por si só a divulgação de sua marca”. “Os baby boommers”, “A geração Y”, os “Lostmaníacos”.

Preocupados com a preservação da natureza, deixamos o bicho do nicho sobreviver dentro de nós à revelia do entendimento fundamental que, além de nicho, também somos mundo.

Quando nicho, especiais. Quando mundo, sociais.

É importante manter este pensamento sempre à frente. O nicho existe enquanto realidade momentânea. Não é um ditame, uma casta, um traço de DNA.

O bicho do nicho evoluí, tal qual Pokemon, e vira ele mesmo criador de monstrinhos de bolso.

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Como vamos ler revistas no futuro?

21 de janeiro de 2010 | Por Mauro Amaral 2 Comentarios
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  • Tendências
  • Vídeos

Mag+ from Bonnier on Vimeo.

O que me chamou mais atenção neste vídeo é que ele se permite ser conceitual. Sem rodeios, limitações ou questões mundanas como um orçamento que estoura. A turma da Bonnier R&D – gigante de mídia originária da Dinamarca-, oferece a nós um rápido ensaio de como cair de cabeça no mundo digital sem abandonar o prazer da leitura de um mundo de átomos.

O protótipo é totalmente irreal, ou seja, não foi construído para o vídeo. Mas qualquer cidadão mais ou menos antenado vai perceber que absolutamente TODAS as tecnologias apresentadas já existem. Da navegação ao estilo iPhone a tela de AMOLED com maior brilho e definição está tudo por aí espalhado em smartphones e leitores de eBook.

Vamos aos detalhes conceituais então?

Uma decisão muito interessante foi a jogada de foco nas imagens. Perceba que isso é bem próximo do nosso método de leitura de uma revista. Quando nos focamos num Box de texto, mentalmente deixamos a imagem em segundo plano.

A idéia que mais me chamou atenção foi a de oferecer integração ás mídias sociais e demais formas de compartilhamento de forma sutil, quase invisível. Essa não invasão da funcionalidade no conteúdo é, para mim, o grande achado deste projeto.

Claro, nem tudo está perfeito. Notaram como eles simplesmente desapareceram com qualquer elemento levemente parecido com propaganda? Tá certo que o conceito se sustenta com idéias...mas e o salário de todo mundo que pensou, é pago como?

Fico na espera do comentário de vocês para me ajudar a descobrir. :D

Nota: esbarrei neste vídeo a partir da twittada do Mr Mason.

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Making Of Avatar, 10 minutos e legendado

15 de dezembro de 2009 | Por Mauro Amaral 2 Comentarios
  • Conteúdo
  • Vídeos

Este post vai continuar e nele vou falar sobre como ferramentas devem existir em função de quem as opera e não o inverso.

Mas, até que eu passe por essa experiência interessante que promete ser a nova obra de James Cameron, deixo a pergunta: seria o Making Of o Avatar do filme?

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Auto-tune e a praga do criativismo musical

17 de novembro de 2009 | Por Mauro Amaral Comente
  • Conteúdo
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Sempre em clima de paródia inglesa que muito lembra o Monthy Pyton (tá, eles devem ouvir isso todo dia), o pessoal do Know Your Meme, com a ajuda especial de Al Yancovic reuniu-se para tentar entender a praga, ou melhor, a “tendença” do Auto-tune.

Você já ouviu o efeito por aí na voz de Cher e mais recentemente na música sensação do verão, I Gotta Felling, do Black Eyed Peas.

A questão sobre a utilização exagerada da novidade tecnológica da hora (que até aplicativo do iPhone já virou) dispensa explicações sobre seu paralelo conceitual com o mercado de produção de conteúdo digital.

É para rir. Mas com vontade de pensar.

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Bastidores do projeto do novo site do Magazine Luiza

11 de novembro de 2009 | Por Mauro Amaral Comente
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  • Making Of

A primeira reunião para o briefing do que viria a ser o novo Portal do Magazine Luiza nos marcou com uma frase, no mínimo, desafiadora: “queremos ser a Wikipedia do varejo online e precisamos de uma produtora especializada em geração de conteúdo que nos ajude”.

Estávamos em novembro de 2008 e a força tarefa para cumprir o dito desafio reuniria diversos fornecedores, do escritório de desenvolvimento a produtoras de vídeo e, depois de algumas semanas de negociação, a Contém Conteúdo.

No decorrer da fase “preparatória” que incluiu gerar a “frente” de conteúdo para um portal sobre todos os produtos comercializados pela rede varejista paulista; pudemos apresentar nossa metodologia de trabalho com conteúdo, co-criando pautas, fechando linhas editoriais e efetivamente produzindo a “carga inicial”, algo em torno de 2 mil artigos.

blogdalu.magazineluiza.comblogdalu.magazineluiza.comEm paralelo atuamos como consultores para a criação do Blog da Lu, personagem misto de avatar e garota propaganda da marca, que personaliza uma vendedora virtual. Focando numa linha editorial que se resume em seu tagline “Novidades, Tendências e conteúdo sobre produtos”, procuramos sugerir soluções tecnológicas e de conteúdo que tornassem o blog um veículo leve, alinhado com a política de comunicação da marca e, sobretudo, gostoso de ser lido.

Um ano depois, com o projeto no ar temos duas certezas: o trabalho ficou muito bem feito. E ele está apenas começando.

Nessa segunda fase seguimos com a Gestão do Conteúdo do portal Lu Explica, a concretização do conceito “Wikipédia do varejo” além de postar diariamente no Blog da Lu, sob os cuidados de seu avatar, a simpática Lu, as novidades mais quentes sobre produtos e tendências.

Muito mais novidades vem por aí. Ensaiamos os primeiros passos em mídias sociais. Mas isso, eu conto depois. Vamos deixar a Lu falar um pouco sobre o trabalho dela:

Para os detalhes técnicos, dê uma lida no Case do Projeto.

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Single Ladies versão "estou me divertindo muito."

10 de novembro de 2009 | Por Mauro Amaral Comente
  • Vídeos

Beyoncé foi uma das mais remixadas ultimamente, graças ao seu single (sic) Single Ladies.

Esse aí acima me lembra muito a turma que gosta de fazer som, simplesmente porque se diverte muito.

Reparem nos instrumentos old style, numa estética que mistura o analógico e o digital.

Rapidamente enquanto preparava esse post contei uma meia dúzia de samplers e controladores (pequenos teclados) antigos que me fizeram lembrar a época que eu mesmo ensaiava num estúdio improvisado na biblioteca da casa dos meus pais.

(Parêntesis: era curioso, enquanto o guitarrista acertava a afinação eu puxava um Tocaia Grande ou um Julio Verne para ler!)

Por que isso?

Trouxe o vídeo aqui, que conheci por uma twittada do @crisdias e depois descobri que é da turma da Pomplamoose Music para lembrar que com conteúdo é a mesma coisa.

Seja ele texto, áudio ou vídeo, você tem que fazer porque se diverte muito.

Afinal, todos partem do princípio que sabem escrever, ou roteirizar, ou dirigir. Mas esquecem que cada leitor que ler o texto de uma maneira e você precisa saber onde está esse equilíbrio.

Todos aprovam, ou reprovam, o que sua equipe criou com a mesma facilidade que empunham uma caneta vermelha. Mas não uma folha em branco.

É preciso que todo mundo se divirta, enfim.

E vocês, o que acham?

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