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Little Printer da BergCloud traz de volta o teletipo.

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Quem observa tecnologia e conteúdo convergindo o tempo inteiro, já deve ter percebido que o ser humano trabalha para solucionar suas necessidades básicas. Contar histórias, é uma delas. Quando falamos da inovação relacionada à comunicação nos últimos 150 anos, por exemplo, vemos que a maneira de contar histórias percorre uma linha que vai do telégrafo à nuvem de hoje.

A empresa londrina BergCloud, ao que parece, procura unir essas duas pontas em um “buraco de minhoca” perfeito, ao nos apresentar a Little Printer, uma impressora conceito que trabalha somente na nuvem e tem em um smartphone seu controle universal. Utilizando uma fita de papel semelhante àquelas das máquinas de cartão de crédito, você pode criar tiras com informações que vão da agenda às atualizações de seus amigos em redes sociais. Revolução ou revisitação de antigos teletipos e telexes que desde a segunda guerra mundial cruzavam informações rápidas pelo mundo?

Mais charmosa do que útil, mas conceito do que projeto, a Little Printer está disponível ainda esse ano. Ou seria desde 1948?

[Vídeo]. Perfis Digigráficos apresentam nova maneira de encarar público na web

Em um trabalho absolutamente criterioso e bem montado, a DM9DDB lançou semana passada o resultado de sua pesquisa “Perfis Digigráficos” que consolida os levantamentos feitos em parceira com a Vox Pesquisas sobre como interagimos com as mídias digitais.

Como muito bem falado no vídeo de introdução que você pode assistir logo abaixo, o mundo digital não é mais fronteira de poucos, de desbravadores ou geeks sem alma. É, antes disso, o lugar comum, a praça pública.

É onde aprendemos, interagimos e damos voz a nós mesmos, àquilo que achamos que somos; é a fronteira do eu, do outro, das instituições que nos rodeiam e do mundo em que vivemos. A partir dessas instâncias e da constatação que variáveis como idade, sexo e domicílio fazem tanto sentido como vender passagens de avião em mundos virtuais onde podemos voar, foi cunhado o termo que batiza a pesquisa.

Ao entrevistar diversas pessoas, consultar especialistas (antropólogos, psicólogos e educadores) e pensar um pouco, a pesquisa propõe reclassificar o mundo digital em cinco grandes grupos: imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.

Segundo Cynthia Horowicz, vp de planejamentoda DM9DDB:

…o estudo reforça o posicionamento que escolhemos para a DM9DDB como uma agência convergente. Geramos ideias e construímos marcas independentemente da plataforma.

Vale dar uma olhada no “memorial” da pesquisa, disponível no Blog da agência.

Infográfico: seu próximo livro didático será um eBook

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A rede educacional americana OnlineEducation.net publicou recentemente o resultado de suas pesquisas em um simpático infográfico, que nos leva a uma conclusão evidente: até 2015, alunos de lá estarão estudando com a ajuda de eBooks.

Uma rápida olhada em “Os livros didáticos do futuro” revela que 42% dos estudantes já viram ou compraram eBooks em 2010, em um total de 400% de aumento de vendas nos últimos três anos. Estamos falando de uma indústria de US$ 5,5 bilhões de dólares e de outra excelente notícia: pelo menos lá nos EUA, os eBooks didáticos são 53% mais baratos que sua cópia física (alô editoras nacionais!).

Tirando este bla-bla-bla numérico, são ainda mais interessantes as constatações sobre o formato e experiência de uso envolvendo livros didáticos eletrônicos.

Tudo bem que, aqui, o infográfico soou um pouco tendencioso por focar somente no iPad, mas, fazer o quê, é o suporte para este material mais vendido no último ano.

Graças a aplicativos, aumento de foco e portabilidade é mais fácil estudar em um tablet do que da forma tradicional. E olha que estamos aqui chamando de tradicional o notebook.

E, em um futuro bem próximo, estaremos envoltos por uma experiência multimídia em outro nível. O livro didático assumirá a feição de bibliotecas inteiras, com vídeos, fotos, games, leitura compartilhada e exercícios lúdicos serão o centro da experiência.

Quem vai moldar este futuro?