André Passamani faz parte de um time que mas parece uma guilda renascentista onde, num grande galpão, todos buscam esculpir o cavalo de bronze do arqueduque de Sforza. Tá, Mestre Leonardo já fez isso em milquatrocentos e Aracy de Almeida, mas tivesse ele nascido no final do século XX e portanto hoje com seus 20 e poucos, com certeza estaria mostrando a pasta por lá. Os caras tem a manha.
José Aparecido Carlos Ribeiro, economista, pesquisador e professor é meu amigo há tempos. Dividimos uma banda de garagem ali pelos anos 90 quando engatinhávamos em nossos fazeres profissionais e, mesmo depois disso, tentamos publicar um livro de ficção cientÃfica que daria uma EXCELENTE série para qualquer canal que topasse.
Devaneios a parte o que vale mencionar é que seguimos numa saudável troca de e-mails há dez anos, sobre temas como economia (sua especialidade), comunicação (a minha), cinema, quadrinhos e teorias conspiratórias universais – que aliás é um dos temas de um livro de ficcção cientÃfica que começamos a escrever e daria uma EXC...já falei sobre isso, né?
Para seguir com o Ping-Pong, resolvi convidá-lo para me ajudar a entender por que a blogosfera brasileira não cria tantos blogs sobre polÃtica quanto eu acho que poderia (ou até mesmo deveria).
No primeiro ping-pong, o Merigo do Brainstorm#9 fez um rápido set sobre mÃdia gerada pelo consumidor e bloguismo profissional. Para a segunda partida, chamei o Walmar Andrade do fatorW (blog que recomendo) e já integrante da Galerasolo, para saber sua opinião sobre o imediatismo dos projetos web. Ele, como bom jogador, rebateu com sua preocupação na integridade e qualidade de projetos baseados em conteúdo, depois de entregues ao cliente. Confiram!
Para inaugurar um formato rápido e rasteiro de entrevistas aqui no Contém Contéudo, convidei Carlos Merigo, editor do maior e melhor blog de propaganda deste paÃs, o Brainstorm#9.
Minha idéia com as entrevistas é a seguinte: uma pergunta eu faço, a outra o entrevistado faz para mim, podendo ou não ser no mesmo tema com o qual eu iniciei a conversa. Sem mais delongas, vamos lá.