
O velho oeste americano que historicamente fica entre o final do século XIX e início do século XX; era uma terra: a) indômita? b) selvagem? c) cheia de oportunidades? Não, não: chatíssima.
Você acordava cedo para trabalhar, as condições de higiene eram péssimas, mulher era artigo raro, índios sabiam mais do que você e, depois de tanta ralação, você ainda tinha que dormir cedo, pois no outro dia a coisa todo continuava, sem grandes chances de descanso. E não se tinha nada para fazer.

O cenário foi muito bem apresentado pelo documentário “A terra sem ninguém” (The world without us), que revi ontem no The History Channel: um belo dia a raça humana desapareceu. As cidades ficaram vazias, nossas construções, máquinas, fábricas, centros de divertimento, totalmente desertos.
O roteiro do programa se desenrola numa linha do tempo que começa com 1 dia depois de desaparecermos até 10 mil anos depois e acompanha nossa civilização, ou melhor, seus registros, desmoronando-se.
Eu tenho. Mas isso é com qualquer manifestação palhacesca, seja ela fantasiada ou não. Já até cheguei a pesquisar por aí a origem das criaturas, normalmente associadas ao exagero, a quebra de paradigmas e falta de bom-senso que, às veses, gera humor.
Outro dia mesmo elogiei a solução simples e discreta para publicidade não intrusiva nos vídeos da Globo.com. Na época um recurso que sentia muita falta era o clásico "embed" que faz as delícidas dos editores de blogs e sites, possibilitando a inclusão de vídeos de sites como Youtube, Daily Motion e que tais.
Pois é, não vou mais sentir falta.
Gostei da solução de publicidade e venda de pacotes desta vez no BBB8. Além do mix tradicional de pré-evento e inserções nos canais pagos do grupo, contamos com uma elegante solução "de não interrupção".
Patricia Poeta estreou no Fantástico ontem, dia 06 de janeiro, e a imprensa ficou de olho. Todos queriam saber como a ex-correspondente da Globo em N.Y. se entenderia com o programa líder de audiência nos domingos a noite. Segura, inteligente e super profissional, mandou bem, convidando a todos a dar a espiadinha clássica na casa do novo BBB:
Vamos começar 2008, assim, bem de leve, sem grandes pretensões, rindo um pouco?
Adoro o Mythbusters. Os roteiros são sempre leves, engraçados e, mesmo trazendo todo o fundamento científico que é base do programa, divertem e estimulam o interesse por áreas tão diferentes como química, aeronáutica e engenharias várias.
Muito do sucesso do programa, sem dúvida, vem do time de MythBusters, que é ótimo. E você, caso tenha olhos de ver, ainda leva de brinde a Kari Byron.
Sexta-feira, 07/12 terminou aquilo que seria a primeira temporada dO Sistema, na TV Globo. Antes de mais nada, um aviso: eu acompanhei os seis episódios e, portanto, não estamos no clima “não vi e não gostei”; muito menos do “vi e gostei”. Aqui estamos falando do “vi e não entendi o por quê”.