A vida é assim mesmo, você estrutura uma empresa ao redor de preceitos da comunicação digital, estuda constantemente os detalhes dessa ou daquela atividade relativa a esse tronco central de atuação e, um belo dia, se vê surpreendido em participar de um projeto dos mais tradicionais, a criação de uma revista corporativa.
Como é bom entender que, embora fundamental, o papo seminal de Negroponte, ao apregoar a morte de mídias tradicionais, tem um quê de ultrapassado. (Adoro contradições bem postas).
Como é bom entender que, rodando em tela, em iPhone, em Kindle ou em papel, o que vale é o conteúdo bem feito.
E como é bom poder mostrar esse trabalho.
Em tempo: continuamos firmes e fortes na criação, implantação e manutenção de produtos de contéudo digital. E em muitas outras coisas.
Só que ás vezes, elas começam em papel, ok?