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Como uma coreografia bem ensaiada, soubemos que o Instagr.am chegou aos Androids e, sem seguida, foi comprado pelo Facebook. É claro que uma coisa tem a ver com a outra e o ganho de escala foi negociado durante muitos meses, muito provavelmente como moeda de troco.
Aliás, o troco está sendo avaliado em 1 bilhão de dólares o que nos leva a crer que tem brasileiro rindo à toa, no caso o co-criador do aplicativo, Mike Krieger. Que aliás, foi capa da Veja nesse final de semana. #significa?
Que se aplique um filtro de enfoque correto, que se retire as bordas gordurosas do raciocínio fácil Mas, o mercado é sempre assim desde que o Google lançou e desdobrou essa estratégia que nos diz que, uma vez que você tem um espaço que quer conquistar, pode comprá-lo através da ferramenta que dele toma conta. Ao que tudo indica, Markão quer dominar a Matrix (ou Skynet) sob todos os ângulos. E filtros. E bordas. E tags.
O ato de hoje à tarde, contudo, tem um valor ainda maior quando o utilizamos para entender a infatilização do mercado digital brasileiro. Isso porque, durante o final de semana passado – que foi de feriadão – , não foram poucos os “insiders” que se preocuparam mais em clamar contra a “Orkutização” de sua ferramenta cool.

No lugar de entender que a massa crítica seria importante (será, ainda) para a monetização do serviço, para estratégias e desdobramentos das marcas de seus clientes e tudo o mais; priorizou-se temer o fim da cúpula descolada. Tudo o que se ouviu, em memes já cansados e repetitivos, foi o medo da foto da laje, do chevete no lugar do Corolla, do “ném” do lugar do #classemediasofre. Enquanto isso, outro representante da mesma geração, negociava um acordo bilionário, mantendo empregados e seu app intocado, mas sob a batuta do grande “F” Azul.
Que se aplique um filtro de enfoque correto, que se retire as bordas gordurosas do raciocínio fácil e que você só suba a melhor foto (ou opinião, ou visão de mercado) do dia. Não tema a Orkutização, pois ela não existe mais.
E, quem não abrir o olho, também ficará para trás.