Quando apresentei a abordagem inteligente para o lançamento do Lions for Lambs já havia esbarrado na questão e a repito agora: criar uma experiência que transcenda o esperado, o comum, é tudo o que seu usuário precisa para fazer dos projetos um sucesso. O mundo digital hoje anseia por plataformas para opiniões, entretenimento e boas marcas. Se tudo isso estiver junto, tanto melhor.

A Chevron e o The Economist criaram o Will you Join Us, uma ambiente colaborativo que mistura games e painel de opiniões ao redor do tema do momento, a sustentabilidade energética, com esta intenção. A "isca" da experiência é o joguinho chamado Energy Ville. Nele, você aprende os conceitos básicos de sustentatibilidade e energia limpa num jogo ao melhor estilo SimCity. Para experimentar, criei o aprazível local chamado Carreirasolo Hills. A medida que você vai energizando as casas, indústrias, prédios comerciais, vai aprendendo o quanto de impacto econômico e ambiental está causando e ainda aprende que energia é mais segura. É um momento em que conhecimentos são nivelados para que o usuário possa dar o próximo passo.

Que é entrar no painel de opiniões, ao melhor estilo blog/forum e discutir as questões atuais e seus impactos na sociedade, economia, política e, claro, fornecimento de energias nos próximos 15, 20, 30 anos.

Mas porque a Chrevon fez isso?
Criar um game é simples. Um ambiente colaborativo, mais ainda. No entanto, o "pulo do gato" está em atrelar ferramentas, objetivos, metas e comprometimentos suficientes ao redor de sua marca para criar e assinar uma experiência provocativa e que gera, por si só, mídia indireta para seu anunciante. Foi o que tentou-se aqui.
Vale dizer: não questiono aqui a lisura da empresa, o cumprimento dos tratados internacionais, quantos créditos de carbono ela teve que comprar. Apenas aponto uma boa saída para falar de um tema árido para diversos outros públicos. Para fechar um dos filmes que suportam a campanha, ainda neste mesmo conceito:
E vocês, o que acharam?
bacana! penso eu que essas
bacana!
penso eu que essas iniciativas vão se multiplicar muito rápido. a palavra do século é sustentabilidade e as corporações vão procurar explorar isso o máximo possível, de todas as formas possíveis.
espero que consigam seus objetivos que, a princípio, é a conscientização da população quanto a longevidade do planeta, que no momento, não vai muitobem,obrigado.
mas é claro, não podemos esquecer que não existe almoço grátis, por mais "filantrópico" que possa parecer, sempre haverá um 'que' de capitalismo selvagem.
Faça seu comentário