Eu tenho. Mas isso é com qualquer manifestação palhacesca, seja ela fantasiada ou não. Já até cheguei a pesquisar por aà a origem das criaturas, normalmente associadas ao exagero, a quebra de paradigmas e falta de bom-senso que, às veses, gera humor.
Lá na Wikipedia, temos:
Clowning is a form of entertainment that has appeared in some manner in virtually every culture, including the bushmen in Africa. In most cultures the clown is a ritual character associated with festival or rites of passage and is often very different from the most popular western form. In Europe, up until as late as the 19th century the clown was a typical everyday character, and often appeared in carnivals. The performance is symbolic of liminality - being outside the rules of regular society the clown is able to subvert the normal order, and this basic premise is contemporarily used by many activists to point out social absurdity.
E nesta falta de ordem, tão associada a grandes feitos artÃsticos, vejo na figura do palhaço algo vazio que quebra regras por quebrar. Ao enveredar por uma esfera mais pessoal, fui buscar as origens desta entranha sensação entre melancolia e reserva cautelosa que me desperta o palhaço e pude levantar alguns dados, todos eles, claro, cinematográficos. Separei dois exemplos emblemáticos:
Este arrancava braços de crianças indefesas chamando-as nos bueiros do subúrbio eterno do Stephen King. Depois de It nenhum circo, por mais triste e sensÃvel fosse a figura do palhaço, conseguiu me tirar da cabeça que devia sair dali o mais rápido possÃvel.
Não adianta, tenho que admitir: fui criado com muito filme de Jerry Lewis nas tardes dos anos 80. Tem uma cena em especÃfico onde ele faz um palhaço absolutamente deprimente
[...] Rafinha no jornal. Não
[...] Rafinha no jornal. Não tem sobrenome, não? Faz o quê da vida, meus deuses? Ah sim, sei que é um clown lá da tv. E isso só sei pelos blogs, sempre melhor informados e escritos do que esses jornalecos sem [...]
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